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Passados os principais compromissos do início do ano – cotas únicas do IPVA e do IPTU, matrícula e material escolar, gastos com férias e viagens – é chegada a hora de reorganizar o planejamento financeiro e começar a investir.
Tradicionalmente, o mês de março marca a virada de chave em muitas famílias brasileiras, que aos poucos começam a rever planos financeiros para colocar a casa em ordem.
A boa notícia é que tem cada vez mais gente investindo por meio de consórcios – e neste post vamos explicar melhor como isso funciona.
O número de famílias endividadas caiu neste início de ano, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Em janeiro de 2025, o porcentual de cidadãos com algum tipo de comprometimento de renda era de 76,1%, queda de 2 pontos percentuais no comparativo com o mesmo período do ano anterior.
A estabilização das finanças pessoais tende a aumentar na medida em que as despesas obrigatórias, como os impostos, começam a ser quitadas.
Com a declaração do Imposto de Renda se avizinhando – o calendário do Fisco tem início em 15 de março – muita gente já começa a contar com a restituição, mais um ponto a favor da solvência das contas.
Já faz algum tempo que o consórcio deixou de ser apenas uma ferramenta de aquisição de bens ou serviços. Por uma série de razões, esse instrumento se tornou um facilitador do ingresso seguro no mundo dos investimentos ou de diversificação da carteira. Vamos entender por quê?
Essa é a principal vantagem do consórcio: ao aderir a um plano, o cliente não será surpreendido com cobranças indesejadas no meio do caminho, e por isso o processo de ampliação da renda ou do patrimônio tende a ser mais tranquilo.
Diferentemente de alguns títulos ou ações, o consórcio não implica em cobrança adicional no Imposto de Renda – a menos que o bem adquirido seja comercializado depois de adquirido, ainda assim somente se houver apuração de lucro real.
Um dos maiores entraves para os novos investidores são os riscos de perder dinheiro ou não conseguir conquistar o bem pretendido. No caso do consórcio isso não acontece: em algum momento o cliente é contemplado e leva a carta de crédito no valor pretendido, sem surpresas.
Muitos consórcios atualizam os valores das parcelas e das cartas de crédito com base na inflação ou em índices específicos do setor, protegendo o poder de compra do participante.
O investimento em imóveis tem sido um dos mais rentáveis no mercado atualmente. Entre 2012 e 2022, a valorização de um imóvel no Brasil foi de 12,2% ao ano, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).
O rendimento é maior que o de títulos como o CDB, a poupança e a própria inflação do período. Em outra frente, o consórcio se mostra um dos meios mais eficazes de obtenção de um imóvel residencial, comercial e industrial.
Não por menos, o setor movimentou mais de R$ 191 bilhões em 2024, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac).
Para quem tem perfil investidor para alcançar metas de médio e longo prazos, o consórcio se mostra uma excelente opção.
Com o melhor time de especialistas e uma plataforma customizável de acordo com o perfil de renda e com os objetivos do cliente, a Unifisa já ajudou milhares de pessoas a adquirirem bens e serviços por meio de consórcios: carros, motos, maquinário agrícola, imóveis, cursos, viagens, bens náuticos…
Por aqui você encontra uma ampla carta de itens que podem ser objeto da sua contemplação, ampliando seu patrimônio e preservando seu legado como poucos investimentos são capazes de fazer.
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